As manchas de óleo sumiram da água, mas os danos continuam. O vazamento atingiu portos, praias e comunidades, e até hoje a Semas diz não saber quem foi o responsável. Procurada pela Amazônia Latitude, a secretaria não quis responder. No fim de abril, um navio foi flagrado despejando óleo no rio. No mês passado, novas manchas chegaram aos manguezais das ilhas de Belém. Enquanto nada é feito, famílias ribeirinhas seguem com medo: quando vai acontecer de novo?